quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Visita ao Museu de Arte da Pampulha



           O Museu de Arte da Pampulha (MAP) foi projetado por Oscar Niemeyer, um dos gênios da arquitetura brasileira. Originalmente, este servia como um cassino, cujo responsável era Joaquim Rolla. Em nossa visita à ele, grandes aspectos ficam marcantes, como o uso das curvas, a imponência do prédio e a imagem acho que estampada na mente de todos durante a visita de como deveria ser aquele lugar nos tempos de glória, com pessoas refinadas andando por lá, os jogos acontecendo expressando todo o glamour da elite belo horizontina. 
Croqui do teatro (feito à lápis)
           O prédio é composto por uma grande variedade de materiais, como pedras, metais, madeira e espelhos. Muitos espelhos, diga-se de passagem. Algo que torna a experiência de uma simples ida ao banheiro uma experiencia completamente narcisista. Todos os detalhes são muito bem planejados como a acústica do teatro, a escadaria escondida, a rampa gigantesca até a parte superior e os jardins planejados por Burle Marx
           O cassino para de funcionar em 1957, onde se torna o então Museu de Arte da Pampulha, que obriga cerca de mil e quatrocentas obras. 

Croqui da entrada do Museu (feito com caneta nanquim)

           “Fiz este projeto em uma noite, não tive outra alternativa. Mas quando funcionava como cassino, cumpria bem suas finalidades, com seus mármores, suas colunas de aço inoxidável, e a burguesia a se exibir, elegante, pelas suas rampas.” – Oscar Niemeyer.

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